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O tema da amamentação é gerador de múltiplas controvérsias, provocando discórdia entre profissionais saúde e inseguranças nas mulheres que amamentam e suas famílias.

 

REGRAS DE OURO para o SUCESSO DA AMAMENTAÇÃO

Dar de mamar sempre que o bebé quiser: não impor horários rígidos para as mamadas. Há bebés que necessitam de fazer 12 mamadas em 24h e outros que precisam de apenas 6 ou 7.

• Garantir uma posição confortável da mulher enquanto amamenta: almofadas de amamentação, apoios para os pés e um ambiente seguro e calmo podem ajudar a promover o conforto da mulher enquanto amamenta, assegurando uma boa postura, essencial para a libertação rápida e eficaz do leite durante a mamada.

• Garantir uma posição confortável do bebé enquanto mama: corpo do bebé inclinado, próximo do corpo da mãe, cabeça ligeiramente inclinada para trás (queixo do bebé a tocar na mama e nariz afastado), língua por baixo da aréola mamária, boca bem aberta e lábios para fora. A posição do bebé pode fazer toda a diferença no sucesso da amamentação, tendo uma implicação direta na forma como o leite é extraído da mama da mãe e é recebido pelo bebé.

• Deixar o bebé terminar a sua refeição em cada uma das mamas: da mesma maneira que os adultos não toleram que lhes seja retirado o prato de comida da frente antes de terem dado sinal de que terminaram, o mesmo acontece com os bebés. Por vezes vão precisar de mais tempo, outras vezes de menos. Há bebés que vão ser mais rápidos a mamar e outros mais lentos. Nunca devemos interromper a mamada do bebé enquanto ele estiver a fazer uma sucção nutritiva, ou seja, enquanto ele não der sinais de que já terminou a sua refeição.

• Aumentar o número de mamadas e dar de mamar durante a noite ajudam a promover a produção de mais quantidade de leite materno. A prolactina é uma hormona responsável pela produção de leite. Horas depois da mamada, o nível de prolactina vai descendo, de forma gradual. Se o bebé voltar a mamar antes da hormona descer até ao nível basal, essa mamada vai provocar um pico ainda mais alto de prolactina e aumentar a capacidade de produção de leite. Por outro lado, tanto os níveis basais de prolactina, como os picos de elevação durante as mamadas noturnas são mais elevados.

• Procure o apoio de uma enfermeira especialista em saúde materna e obstétrica, conselheira de amamentação: sempre que sinta necessidade de confirmar que a amamentação está a ser bem sucedida, para esclarecimento de dúvidas ou se sentir dor durante a mamada ou inseguranças sobre o sucesso da amamentação.

 

 

Verdades e Falsidades sobre a amamentação:

 

O ALIMENTO MELHOR para a saúde e desenvolvimento psico-motor do bebé é o LEITE MATERNO!

A evidência científica é clara: a qualidade do leite materno, ao ponto de interferir com a evolução de peso do seu bebé, só é comprometida em casos de fome extrema da mãe. "Leites maternos fracos" é uma falsidade perdurada por gerações, que é preciso deitar por terra. O leite materno tem uma qualidade nutricional muito superior a qualquer fórmula láctea artificial, com prebióticos e probióticos, oligossacarídeos, células estaminais, vitaminas, proteínas, gorduras, açúcares e sais minerais essenciais ao desenvolvimento do recém-nascido. O consumo do leite materno nos primeiros 6 meses de vida está associado a menor incidência de diabetes, obesidade, alergias, infeções, problemas gastrointestinais, entre outros. É a melhor proteção para a saúde atual e futura do seu filho!

 

O TAMANHO IDEAL DE MAMAS e MAMILOS para amamentar o teu bebé é o SEU!!

 

 

Existe por vezes a ideia errada de que uma mama maior está associada a uma maior produção de leite e que uma mama mais pequena está associada a escassez na produção. Este mito é mais uma das falsidades associadas à amamentação. A diferença de tamanho das mamas nas mulheres está relacionada com quantidade de gordura e não com o tamanho da glândula mamária.

Por outro lado, qualquer tipo de mamilos permite a passagem de leite, mesmo que sejam invertidos, rasos, proeminentes, grandes, médios ou pequenos.

Independentemente da anatomia da mama da mãe, o bebé tem de realizar uma adaptação inicial, que por vezes é mais rápida do que outras.

Quando o bebé tem um reflexo de sucção diminuído, um mamilo mais proeminente pode ajudar a ativá-lo. Mas a ativação desse reflexo pode ser também realizada por outras formas.

Se o bebé está com dificuldade em pegar na mama, não significa que o motivo está relacionado com a anatomia da mãe. Há muitos outros fatores a ter em consideração, entre eles a posição da mãe e do bebé durante a amamentação e até mesmo fatores anatômicos e músculo-esqueléticos do próprio bebé.

 

A AMAMENTAÇÃO PROMOVE A PERDA GRADUAL DO PESO EXTRA que a mulher aumentou durante a gravidez, ajudando-a a recuperar a forma física após o parto.

 

 

Uma parte do aumento de peso da mulher durante a gravidez tem como função fisiológica garantir uma reserva de nutrientes a utilizar para a produção de leite, durante a amamentação. A médio prazo, as mulheres que amamentam chegam a perder peso de forma gradual na proporção de meio a um quilo por mês, durante os primeiros seis meses após o parto. Esta é só mais uma das muitas vantagens associadas à amamentação.

 

 

 

 

 

Conteúdo recomendado e elaborado em parceria com a Associação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras

 

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